FRUIÇÃO E ESCRITA II ENJOYMENT AND WRITING

A cultura, o GO e a Web



A cultura, o GO e a Web


“À beira do brejo, havia um buriti caído, com a coma no barro. Uma garça pousara ali, no buriti jazente, morto com sua dureza. Tombado de raio. Ainda estava sapecado o capim, em volta; com o raio um incêndio se alastrava. Outros buritis, da fila, tinham o baixo-tronco carcomido, cavernas encarvoadas. Assaz enfeitava o chão, com tintas flores, era o alecrinzinho…” João Guimarães Rosa – Noites do Sertão – Buriti -Ed. Record/Altaya – Rio/São Paulo – 1988 – pág. 133.


“Eh, não. Semente que deve de estar morta. Não é a mesma coisa. Quer nascer, nasce onde é que quiser…” João Guimarães Rosa, idem ibdem.


O buriti tombado de raio e o alecrinzinho sobreviverão às intempéries como o espírito do GO sobreviverá.


Nossa comunicação, a interatividade continua.


Luiz Ramos

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maio 5, 2009 Posted by | GO., Web | Deixe um comentário

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“À beira do brejo, havia um buriti caído, com a coma no barro. Uma garça pousara ali, no buriti jazente, morto com sua dureza. Tombado de raio. Ainda estava sapecado o capim, em volta; com o raio um incêndio se alastrava. Outros buritis, da fila, tinham o baixo-tronco carcomido, cavernas encarvoadas. Assaz enfeitava o chão, com tintas flores, era o alecrinzinho…” João Guimarães Rosa – Noites do Sertão – Buriti -Ed. Record/Altaya – Rio/São Paulo – 1988 – pág. 133.


“Eh, não. Semente que deve de estar morta. Não é a mesma coisa. Quer nascer, nasce onde é que quiser…” João Guimarães Rosa, idem ibdem.


O buriti tombado de raio e o alecrinzinho sobreviverão às intempéries como o espírito do GO sobreviverá.


Nossa comunicação, a interatividade continua.


Luiz Ramos

maio 5, 2009 Posted by | GO., Web | 5 Comentários

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“À beira do brejo, havia um buriti caído, com a coma no barro. Uma garça pousara ali, no buriti jazente, morto com sua dureza. Tombado de raio. Ainda estava sapecado o capim, em volta; com o raio um incêndio se alastrava. Outros buritis, da fila, tinham o baixo-tronco carcomido, cavernas encarvoadas. Assaz enfeitava o chão, com tintas flores, era o alecrinzinho…” João Guimarães Rosa – Noites do Sertão – Buriti -Ed. Record/Altaya – Rio/São Paulo – 1988 – pág. 133.


“Eh, não. Semente que deve de estar morta. Não é a mesma coisa. Quer nascer, nasce onde é que quiser…” João Guimarães Rosa, idem ibdem.


O buriti tombado de raio e o alecrinzinho sobreviverão às intempéries como o espírito do GO sobreviverá.


Nossa comunicação, a interatividade continua.


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“À beira do brejo, havia um buriti caído, com a coma no barro. Uma garça pousara ali, no buriti jazente, morto com sua dureza. Tombado de raio. Ainda estava sapecado o capim, em volta; com o raio um incêndio se alastrava. Outros buritis, da fila, tinham o baixo-tronco carcomido, cavernas encarvoadas. Assaz enfeitava o chão, com tintas flores, era o alecrinzinho…” João Guimarães Rosa – Noites do Sertão – Buriti -Ed. Record/Altaya – Rio/São Paulo – 1988 – pág. 133.


“Eh, não. Semente que deve de estar morta. Não é a mesma coisa. Quer nascer, nasce onde é que quiser…” João Guimarães Rosa, idem ibdem.


O buriti tombado de raio e o alecrinzinho sobreviverão às intempéries como o espírito do GO sobreviverá.


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