FRUIÇÃO E ESCRITA II ENJOYMENT AND WRITING

A Alma do meu Jardim



A ALMA DO MEU JARDIM



Perguntam-me o que é a chuva.

Gotas minúsculas de água?

Como pequenas frutas da uva?

Grande chuveiro a lavar mágoas?


Nada disso, respondo e digo.

É como mágico borrifar

De algum duende amigo

Para meu jardim despertar


Após a chuva, o jardim desperta.

Belo cenário para uma criança,

Sua alma radiante e alerta

Mostra mil cores e pujança.



Luiz Ramos©2007


Foto: ramosforest(c)

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junho 7, 2009 Posted by | jardim, Poesia | Deixe um comentário

A Alma do meu Jardim



A ALMA DO MEU JARDIM



Perguntam-me o que é a chuva.

Gotas minúsculas de água?

Como pequenas frutas da uva?

Grande chuveiro a lavar mágoas?


Nada disso, respondo e digo.

É como mágico borrifar

De algum duende amigo

Para meu jardim despertar


Após a chuva, o jardim desperta.

Belo cenário para uma criança,

Sua alma radiante e alerta

Mostra mil cores e pujança.



Luiz Ramos©2007


Foto: ramosforest(c)

junho 7, 2009 Posted by | jardim, Poesia | Deixe um comentário

A Alma do meu Jardim



A ALMA DO MEU JARDIM



Perguntam-me o que é a chuva.

Gotas minúsculas de água?

Como pequenas frutas da uva?

Grande chuveiro a lavar mágoas?


Nada disso, respondo e digo.

É como mágico borrifar

De algum duende amigo

Para meu jardim despertar


Após a chuva, o jardim desperta.

Belo cenário para uma criança,

Sua alma radiante e alerta

Mostra mil cores e pujança.



Luiz Ramos©2007


Foto: ramosforest(c)

junho 7, 2009 Posted by | jardim, Poesia | Deixe um comentário

A Alma do meu Jardim



A ALMA DO MEU JARDIM



Perguntam-me o que é a chuva.

Gotas minúsculas de água?

Como pequenas frutas da uva?

Grande chuveiro a lavar mágoas?


Nada disso, respondo e digo.

É como mágico borrifar

De algum duende amigo

Para meu jardim despertar


Após a chuva, o jardim desperta.

Belo cenário para uma criança,

Sua alma radiante e alerta

Mostra mil cores e pujança.



Luiz Ramos©2007


Foto: ramosforest(c)

junho 7, 2009 Posted by | jardim, Poesia | Deixe um comentário

A Alma do meu Jardim



A ALMA DO MEU JARDIM



Perguntam-me o que é a chuva.

Gotas minúsculas de água?

Como pequenas frutas da uva?

Grande chuveiro a lavar mágoas?


Nada disso, respondo e digo.

É como mágico borrifar

De algum duende amigo

Para meu jardim despertar


Após a chuva, o jardim desperta.

Belo cenário para uma criança,

Sua alma radiante e alerta

Mostra mil cores e pujança.



Luiz Ramos©2007


Foto: ramosforest(c)

junho 7, 2009 Posted by | jardim, Poesia | 2 Comentários

O Tempo


Viajo rápido no tempo

Corro pelas alamedas

Árvores centenárias

Palmeiras imperiais


Corro pelas alamedas

Em busca do passado,

Perdido no tempo,

Em tons de sépia


Árvores centenárias

Adornam meu retorno

No tempo, não no espaço.

Busco algo, impreciso.


Palmeiras imperiais

Símbolos de outras épocas

Resistentes a tempestades

Como eu costumo resistir.

Luiz Ramos ©

Setembro de 2008.

Foto: ramosforest ©

maio 28, 2009 Posted by | Literatura, Poesia, tempo. | Deixe um comentário

O Tempo


Viajo rápido no tempo

Corro pelas alamedas

Árvores centenárias

Palmeiras imperiais


Corro pelas alamedas

Em busca do passado,

Perdido no tempo,

Em tons de sépia


Árvores centenárias

Adornam meu retorno

No tempo, não no espaço.

Busco algo, impreciso.


Palmeiras imperiais

Símbolos de outras épocas

Resistentes a tempestades

Como eu costumo resistir.

Luiz Ramos ©

Setembro de 2008.

Foto: ramosforest ©

maio 28, 2009 Posted by | Literatura, Poesia, tempo. | Deixe um comentário

O Tempo


Viajo rápido no tempo

Corro pelas alamedas

Árvores centenárias

Palmeiras imperiais


Corro pelas alamedas

Em busca do passado,

Perdido no tempo,

Em tons de sépia


Árvores centenárias

Adornam meu retorno

No tempo, não no espaço.

Busco algo, impreciso.


Palmeiras imperiais

Símbolos de outras épocas

Resistentes a tempestades

Como eu costumo resistir.

Luiz Ramos ©

Setembro de 2008.

Foto: ramosforest ©

maio 28, 2009 Posted by | Literatura, Poesia, tempo. | 2 Comentários

O Tempo


Viajo rápido no tempo

Corro pelas alamedas

Árvores centenárias

Palmeiras imperiais


Corro pelas alamedas

Em busca do passado,

Perdido no tempo,

Em tons de sépia


Árvores centenárias

Adornam meu retorno

No tempo, não no espaço.

Busco algo, impreciso.


Palmeiras imperiais

Símbolos de outras épocas

Resistentes a tempestades

Como eu costumo resistir.

Luiz Ramos ©

Setembro de 2008.

Foto: ramosforest ©

maio 28, 2009 Posted by | Literatura, Poesia, tempo. | Deixe um comentário

Cecilia Meireles, poeta







Motivo


Cecília Meireles


Eu canto porque o instante existe

e a minha vida está completa.

Não sou alegre nem sou triste:

Sou poeta.


Irmão das coisas fugidias,

não sinto gozo nem tormento.

Atravesso noites e dias

no vento.


Se desmorono ou se edifico,

se permaneço ou me desfaço,

– não sei, não sei. Não sei se fico

ou passo.


Sei que canto. E a canção é tudo.

Tem sangue eterno a asa ritmada.

E um dia sei que estarei mudo:

– mais nada.


in: A Literatura Brasileira Através dos Textos – Massaud Moisés – ed. Cultrix – São Paulo, 1971

Foto: ramosforest©

novembro 8, 2008 Posted by | Cecilia Meireles, Poesia | Deixe um comentário