FRUIÇÃO E ESCRITA II ENJOYMENT AND WRITING

Madonna in Rio – Let´s move – Faça acontecer



Use translator, please

Ontem, no elevador, eu encontrei um homem com um helicóptero em escala nas mãos. Era um aeromodelo imponente e de última geração, sem dúvida, e que media mais de um metro de comprimento. Uma beleza. Mas é necessário participar de um curso para habilitar-se ao manejo de tão especial brinquedo, explicou-me o seu proprietário todo orgulhoso. Eu também gosto de modelos em escala, mas de automóveis.

Carrinhos e helicópteros são brinquedos de criança, podem dizer, mas eu não me importo. Sempre gostei de coleções e de miniaturas, das mais diversas atividades: carros, lápis, caixas de fósforos, super-heróis, flâmulas de clubes de futebol, de navios da Marinha do Brasil. Sempre gostei de literatura, de histórias fantásticas, bandidos, mocinhos, sobrenatural. Muitas dessas histórias e coleções se perderam com o tempo, mudanças, viagens.

O que não se perde jamais são as nossas lembranças. Lembro-me de jogos de futebol em minha cidade natal, com rivalidades acirradas entre equipes locais e intermunicipais. Não me esqueço dos eventos durantes as feiras agropecuárias anuais, com seus exemplares de bovinos premiados, suas hortaliças bem adubadas e as apresentações de cantores conhecidos. Confesso que sempre fui festeiro.

Eu gosto de novidades e mobilidade – nos moldes do citado hoje em seu blog pela Ana Guimarães, no Globoonliners. Por isso, fui assistir, no Estádio do Maracanã, em 1993, à apresentação da cantora Madonna, acompanhando minha filha e um grupo de seus jovens amigos. Eu me senti muito bem entre eles e a apresentação foi muito boa, imperdível, inesquecível.

Por isso, agora, em 2008, acabo de adquirir meus ingressos para voltar a assistir à apresentação em dezembro, no Maracanã, daquela cantora inquieta e polêmica, mas que representa bem o modelo de pessoa que não fica sentada á beira do caminho, mas, sim, faz acontecer.

Não sei o motivo para eu estar aqui falando sobre tudo isso, mas o que não gosto é de me sentir sem expectativa, sem lembranças, sem projetos a executar. Como eu comentei no citado texto da Ana, o imobilismo em vida deve ser como a pena dos condenados ao fogo eterno, presente em minha literatura juvenil sobrenatural.

Luiz Ramos

Foto/Arte: ramosforest ©

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setembro 13, 2008 Posted by | imobilismo, lembranças, Madonna, movement, remember | 5 Comentários

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Ontem, no elevador, eu encontrei um homem com um helicóptero em escala nas mãos. Era um aeromodelo imponente e de última geração, sem dúvida, e que media mais de um metro de comprimento. Uma beleza. Mas é necessário participar de um curso para habilitar-se ao manejo de tão especial brinquedo, explicou-me o seu proprietário todo orgulhoso. Eu também gosto de modelos em escala, mas de automóveis.

Carrinhos e helicópteros são brinquedos de criança, podem dizer, mas eu não me importo. Sempre gostei de coleções e de miniaturas, das mais diversas atividades: carros, lápis, caixas de fósforos, super-heróis, flâmulas de clubes de futebol, de navios da Marinha do Brasil. Sempre gostei de literatura, de histórias fantásticas, bandidos, mocinhos, sobrenatural. Muitas dessas histórias e coleções se perderam com o tempo, mudanças, viagens.

O que não se perde jamais são as nossas lembranças. Lembro-me de jogos de futebol em minha cidade natal, com rivalidades acirradas entre equipes locais e intermunicipais. Não me esqueço dos eventos durantes as feiras agropecuárias anuais, com seus exemplares de bovinos premiados, suas hortaliças bem adubadas e as apresentações de cantores conhecidos. Confesso que sempre fui festeiro.

Eu gosto de novidades e mobilidade – nos moldes do citado hoje em seu blog pela Ana Guimarães, no Globoonliners. Por isso, fui assistir, no Estádio do Maracanã, em 1993, à apresentação da cantora Madonna, acompanhando minha filha e um grupo de seus jovens amigos. Eu me senti muito bem entre eles e a apresentação foi muito boa, imperdível, inesquecível.

Por isso, agora, em 2008, acabo de adquirir meus ingressos para voltar a assistir à apresentação em dezembro, no Maracanã, daquela cantora inquieta e polêmica, mas que representa bem o modelo de pessoa que não fica sentada á beira do caminho, mas, sim, faz acontecer.

Não sei o motivo para eu estar aqui falando sobre tudo isso, mas o que não gosto é de me sentir sem expectativa, sem lembranças, sem projetos a executar. Como eu comentei no citado texto da Ana, o imobilismo em vida deve ser como a pena dos condenados ao fogo eterno, presente em minha literatura juvenil sobrenatural.

Luiz Ramos

Foto/Arte: ramosforest ©

setembro 13, 2008 Posted by | imobilismo, lembranças, Madonna, movement, remember | Deixe um comentário

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Ontem, no elevador, eu encontrei um homem com um helicóptero em escala nas mãos. Era um aeromodelo imponente e de última geração, sem dúvida, e que media mais de um metro de comprimento. Uma beleza. Mas é necessário participar de um curso para habilitar-se ao manejo de tão especial brinquedo, explicou-me o seu proprietário todo orgulhoso. Eu também gosto de modelos em escala, mas de automóveis.

Carrinhos e helicópteros são brinquedos de criança, podem dizer, mas eu não me importo. Sempre gostei de coleções e de miniaturas, das mais diversas atividades: carros, lápis, caixas de fósforos, super-heróis, flâmulas de clubes de futebol, de navios da Marinha do Brasil. Sempre gostei de literatura, de histórias fantásticas, bandidos, mocinhos, sobrenatural. Muitas dessas histórias e coleções se perderam com o tempo, mudanças, viagens.

O que não se perde jamais são as nossas lembranças. Lembro-me de jogos de futebol em minha cidade natal, com rivalidades acirradas entre equipes locais e intermunicipais. Não me esqueço dos eventos durantes as feiras agropecuárias anuais, com seus exemplares de bovinos premiados, suas hortaliças bem adubadas e as apresentações de cantores conhecidos. Confesso que sempre fui festeiro.

Eu gosto de novidades e mobilidade – nos moldes do citado hoje em seu blog pela Ana Guimarães, no Globoonliners. Por isso, fui assistir, no Estádio do Maracanã, em 1993, à apresentação da cantora Madonna, acompanhando minha filha e um grupo de seus jovens amigos. Eu me senti muito bem entre eles e a apresentação foi muito boa, imperdível, inesquecível.

Por isso, agora, em 2008, acabo de adquirir meus ingressos para voltar a assistir à apresentação em dezembro, no Maracanã, daquela cantora inquieta e polêmica, mas que representa bem o modelo de pessoa que não fica sentada á beira do caminho, mas, sim, faz acontecer.

Não sei o motivo para eu estar aqui falando sobre tudo isso, mas o que não gosto é de me sentir sem expectativa, sem lembranças, sem projetos a executar. Como eu comentei no citado texto da Ana, o imobilismo em vida deve ser como a pena dos condenados ao fogo eterno, presente em minha literatura juvenil sobrenatural.

Luiz Ramos

Foto/Arte: ramosforest ©

setembro 13, 2008 Posted by | imobilismo, lembranças, Madonna, movement, remember | Deixe um comentário